
De acordo com uma pesquisa feita pela British Standards Institution, órgão nacional de normas do Reino Unido, metade dos jovens preferem viver em um mundo sem internet. A geração Z na Europa está cada vez mais se sentindo “mal” por ficar tanto tempo nas redes sociais, desejando diminuir o período em que passam navegando em seus smartphones.
Esses dados são a prova de como o uso de smartphones e redes sociais estão ligados diretamente a diversos transtornos mentais, tais como depressão e ansiedade, além de aumentar os níveis de estresse, contribuir para o vício e atrapalhar na concentração. Muitos desses jovens relatam que isso piorou durante a pandemia, onde passavam a maior parte do tempo online.
Países europeus tentam criar soluções para esse tipo de problema, como, por exemplo, França e Noruega, que, de acordo com a CNN Brasil, querem aumentar a idade mínima de uso das redes sociais para 15 anos.
Porém, isso não se limita só a Europa, já que o Brasil vive um momento em que celulares também são o foco de discussões em relação ao impacto que causam na vida de crianças e adolescentes. Atualmente, os aparelhos são proibidos em salas de aula, sendo uma decisão baseada em estudos que comprovam que o uso, quando não há algum tipo de mediação, pode ser prejudicial ao aprendizado.
Susan Taylor Martin, diretora executiva da BSI, reforça que a tecnologia, que é uma ferramenta que deveria criar oportunidades, fornecer informações úteis e aproximar pessoas, se tornou algo que coloca jovens em posições de risco, afetando a qualidade de vida de cada um.
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